ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E CAPACIDADE DE RESPOSTA ÀS LEIS AMBIENTAIS: UM ESTUDO EM DESTILARIAS NO ESTADO DO PARANÁ

Autores

  • Cleiciele Albuquerque Augusto Universidade Federal de Santa Catarina
  • José Paulo de Souza Universidade Estadual de Maringá
  • Sílvio Antônio Ferraz Cario Universidade Federal de Santa Catarina

Palavras-chave:

Destilarias paranaenses, estruturas de governança, capacidade de resposta, leis ambientais

Resumo

Objetivou-se, neste artigo, compreender, sob amparo teórico da Nova Economia Institucional, como as estruturas de governança podem afetar a condição de resposta às leis ambientais, nas relações entre produtores e processadores, em destilarias paranaenses. Para tanto, realizou-se uma pesquisa qualitativa, descritiva e de corte transversal, com perspectiva longitudinal. Os dados foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas com gerentes agrícolas e fornecedores mais antigos de cinco, das sete destilarias presentes no estado do Paraná. Os resultados indicaram que, além da integração vertical, a estrutura de governança na forma híbrida, representada pelo contrato de parceria do tipo arrendamento, apresenta-se como a mais adequada para o atendimento às leis ambientais, devido ao controle total obtido sobre o processo produtivo. As estruturas híbridas, envolvendo os contratos de parceria agrícola e fornecimento, apresentam baixa velocidade de resposta, por não possibilitarem controle total dos ativos e exigirem uma maior coordenação da relação da destilaria com seus contratados.

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Publicado

2015-01-06

Como Citar

AUGUSTO, C. A.; DE SOUZA, J. P.; CARIO, S. A. F. ESTRUTURAS DE GOVERNANÇA E CAPACIDADE DE RESPOSTA ÀS LEIS AMBIENTAIS: UM ESTUDO EM DESTILARIAS NO ESTADO DO PARANÁ. Organizações Rurais & Agroindustriais, [S. l.], v. 16, n. 4, 2015. Disponível em: http://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/889. Acesso em: 1 jul. 2022.

Edição

Seção

Artigos