CONCENTRAÇÃO ESPACIAL NA INDÚSTRIA DO CAFÉ EM MINAS GERAIS

Autores

  • Caio Peixoto Chain Doutorando, PPGA/UFLA
  • Luiz Gonzaga de Castro Junior Prof. PPGA/UFLA
  • Richardson Coimbra Borges Doutorando, PPGA/UFLA
  • Francisval de Melo Carvalho Prof. PPGA/UFLA

Resumo

A Política Industrial do Brasil (2011/2014) colocou como meta o mapeamento de regiões para projetos de Arranjos Produtivos
Locais (APLs) no setor de torrefação do café, visto que este tipo de organização tem se apresentado como estratégia para superar
entraves produtivos e estimular o desenvolvimento regional. Conduziu-se este trabalho com o objetivo de analisar a concentração
da indústria do café nos municípios de Minas Gerais para delimitar as localidades com potencial para estruturação de APLs. Essa
concentração foi analisada por meio das relações espaciais entre municípios. Assim, foi calculada a autocorrelação espacial entre
municípios pelo Índice de Moran Global e Local. Os resultados permitiram apontar para duas localidades com maior potencial para
formação de APLs na indústria do café, pois atenderam aos critérios em relação ao índice, participação nos empregos e número de
estabelecimentos durante todo o período de análise. As localidades foram Capelinha e Ervália, sendo que os municípios vizinhos
que apresentam atividade de torrefação do café também devem participar do modelo de organização industrial em questão.

Biografia do Autor

Caio Peixoto Chain, Doutorando, PPGA/UFLA

Bacharel em Ciências Econômicas, UFRuralRJ

Luiz Gonzaga de Castro Junior, Prof. PPGA/UFLA

Doutor em Economia Aplicada, ESALQ/USP

Richardson Coimbra Borges, Doutorando, PPGA/UFLA

Mestre em Estatística e Experimentação Agropecuária, UFLA. Professor do UNILAVRAS.

Francisval de Melo Carvalho, Prof. PPGA/UFLA

Doutor em Administração, Mackenzie

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Publicado

2016-07-22

Como Citar

CHAIN, C. P.; CASTRO JUNIOR, L. G. de; BORGES, R. C.; CARVALHO, F. de M. CONCENTRAÇÃO ESPACIAL NA INDÚSTRIA DO CAFÉ EM MINAS GERAIS. Organizações Rurais & Agroindustriais, [S. l.], v. 18, n. 2, 2016. Disponível em: http://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/863. Acesso em: 10 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos