SABOR, MEIO AMBIENTE E AGRICULTURA FAMILIAR: UM ESTUDO SOBRE A PERCEPÇÃO DOS CONSUMIDORES DO “ABACAXI TERRA DE AREIA” NO RIO GRANDE DO SUL

Autores

  • Larissa Bueno Ambrosini FEPAGRO - Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária
  • Raquel Paz da Silva FEPAGRO - Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária

Resumo

O cultivo do abacaxi chamado “terra de areia” é desenvolvido em pequenas propriedades no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. A região é a
maior produtora de abacaxi do estado, com uma área plantada de 245 ha e produção superior a 3 milhões de frutos anuais. Uma das possibilidades
de gerar reconhecimento e agregar valor ao abacaxi seria valorizar sua origem. O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados de uma
pesquisa realizada com consumidores no âmbito de um projeto de pesquisa sobre o potencial para obtenção de uma Indicação Geográfica
(IG) para o “abacaxi terra de areia”. A coleta de dados foi feita atravéspor meio de um questionário estruturado, a metodologia seguiu o
modelo ‘survey’. Os resultados mostram que os consumidores julgam a IG de forma positiva, como ferramenta que beneficia produtores
e consumidores. As motivações ligadas ao consumo do “abacaxi terra de areia” são sabor, a busca por um alimento saudável e o fato de se
tratar de cultura tradicional do Litoral Norte do RS desenvolvida por agricultores familiares, por meio de métodos de produção sustentáveis.

Biografia do Autor

Larissa Bueno Ambrosini, FEPAGRO - Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária

Pesquisadora, Mestre em Desenvolvimento Rural (UFRGS), Doutora em Gestão (Université de Bourgogne - França)

Raquel Paz da Silva, FEPAGRO - Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária

Pesquisadora, Mestre em Fitotecnia (UFRGS), Doutora em Fruticultura (Colegio de Postgraduados - México)

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Publicado

2017-12-15

Como Citar

AMBROSINI, L. B.; DA SILVA, R. P. SABOR, MEIO AMBIENTE E AGRICULTURA FAMILIAR: UM ESTUDO SOBRE A PERCEPÇÃO DOS CONSUMIDORES DO “ABACAXI TERRA DE AREIA” NO RIO GRANDE DO SUL. Organizações Rurais & Agroindustriais, [S. l.], v. 19, n. 2, 2017. Disponível em: http://revista.dae.ufla.br/index.php/ora/article/view/1158. Acesso em: 10 ago. 2022.

Edição

Seção

Artigos